Acordamos dos tormentos oníricos.
Sonhos! Não sustentam mais meus anseios.
De volta ao país perdido em seus devaneios?
povo sem piedade, de fato acefálicos.
Nos perdemos na lúgubre luz da liberdade
Hei de dar meu sangue pelos nossos direitos.
As trevas mascaradas procuram a volta para sua idade
Hão de enxergar a pútrida moral com defeitos?
Querem que vivamos na apostolicidade.
Apodrecendo o nosso cotidiano malfeito,
obedecendo suas regras, mas sem reciprocidade.
Não podemos recorrer nem mesmo ao sonho,
Morfeu não suprime mais nossa felicidade.
O que queremos agora é vida de verdade.
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