sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Vem o céu.

Vem o céu, e baixinho ele diz
Tudo aquilo que você precisa ouvir
Vem o vento, e muda tudo
Leva todos os seus pensamentos para longe
Vem o dia, e ele diz:
Não gaste a sua poesia
Guarde essas palavras para quem se importa
Todos os sonhos se dissiparam
Vem o mar, e leva com ele
Todas as ilusões
E os corações, no entanto, continuam aqui
Sim eu sei, eu só disse isso por causa da rima
Vem o livro, e é o primeiro, a querer estar comigo
Talvez porque ele não tenha outra escolha
Vem o frio
Mas ele já não é novidade nenhuma
Vem à vida, tão cheia de promessas
Vem o silêncio
Aquele companheiro fiel
Presente em todos os momentos
E então, por último, vem à culpa
E sabe? Ela não dá trégua
Mas eu nem me importo
E eu juro que não estou mentindo.
Aliás, eu nunca minto
Ok, Você não acredita em mim, eu sei disso
Mas Tudo bem, eu também não acredito em você
Mas nem por isso, eu saio dizendo que você está mentindo
Apesar de eu ter a certeza disso.

domingo, 12 de agosto de 2012

Eu te amo, meu benzinho – ela me diz.
É tanto carinho, que eu não administro nem retribuo bem. Ia ser lindo eu saber dizer assim, imagina só!